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Morten crê em Chana e bandeirantes para reerguer ligas de handebol


Data / Hora:  09/04/2012 19:14:03
Fonte:  Terra
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Não é segredo que a Seleção Brasileira feminina de handebol atingiu o altíssimo patamar no qual se encontra sobretudo por causa da "internacionalização" das atletas no continente europeu.

Mas, para que o sucesso se estenda por muitos e muitos anos, o técnico Morten Soubak clama por uma maior divulgação do esporte em solo pátrio, com torneios de alto nível e equipes competitivas - algo que poderá acontecer com grande ajuda de atletas, que deixariam a Europa para atuar no Brasil antes da aposentadoria. Como o maior ícone do time nacional: a goleira Chana - e convenhamos: qualquer trocadilho infame que possa surgir a respeito do nome da arqueira é totalmente desnecessário nas linhas que se seguem.

Indiscutivelmente a jogadora mais experiente, carismática e idolatrada da Seleção Brasileira feminina, Chana manifestou no final do ano passado o interesse de deixar a Dinamarca, onde defende o Randers HK, para atuar no handebol brasileiro depois da Olimpíada de Londres. A goleira, 33 anos, poderia ser uma pioneira, desbravando terreno ao lado de outras "bandeirantes" e abrindo caminho para outras estrelas do País no futuro. Algo como aconteceu com o vôlei.

"É possível que algumas atletas venham, sim", comentou Soubak, durante visita ao Terra nesta segunda-feira. "Ela seria uma grande embaixadora. Só não sei se ela viria logo depois da Olimpíada, mas é uma das jogadoras que mostrou interesse em atuar na nossa liga. A chegada dela seria muito importante para a liga crescer, é uma grande maneira de aumentar o nosso nível. E outras atletas querem jogar alguns anos aqui antes de se aposentarem", acrescentou o treinador.

Mas a responsabilidade de realavancar a Liga Nacional de handebol não depende única e exclusivamente de Chana e de demais jogadoras experientes da Seleção. A estrutura da maior competição nacional é precária: para se ter uma ideia, o site oficial da competição ainda mostra os resultados de 2010 como os mais recentes e nem informa que a Metodista, por exemplo, foi campeã do torneio feminino do ano passado. São poucos os clubes que disputam o campeonato, por conta das dificuldades enfrentadas para sustentar uma equipe profissional e pela pouca visibilidade obtida - e, consequentemente, uma baixa projeção de retorno financeiro.

"Às vezes, equipes boas não têm o dinheiro para participarem das Ligas Nacionais. Temos que ficar felizes e contentes com o trabalho que alguns clubes e algumas faculdades estão fazendo, mas são poucas as instituições que obtêm esse investimento", reforçou o treinador. A ideia da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) é aumentar o número de equipes participantes e melhorar a qualidade da próxima Liga. Enquanto isso, Morten sonha com o modelo de sucesso que ele conhece muito bem.

"Eu venho de um país onde o handebol passa na televisão o tempo todo e os clubes têm um investimento muito maior", contou o técnico dinamarquês, que já foi até comentarista de handebol na maior emissora televisiva de seu país. "Mas claro que tem isso aconteceu porque fomos três vezes campeões olímpicos. Isso ajuda, e como", lembrou.

Enquanto o panorama do handebol em um âmbito nacional não sofre alterações, Morten Soubak se prepara para mais uma etapa de treinos com o grupo da Seleção Brasileira feminina para a disputa da Olimpíada de Londres. Neste sábado, o treinador embarca rumo à Europa, onde se encontrará com algumas das jogadoras que pretende levar a Londres e realizar uma fase de treinamentos com o Hypo, da Áustria - clube que possui convênio com A CBHb.

A lista final das 14 atletas que comporão a Seleção na Olimpíada deverá ser divulgada no mês de junho. Os Jogos Olímpicos serão realizados entre 27 de julho e 12 de agosto deste ano.

Londres 2012 no Terra

O Terra, maior empresa de internet da América Latina, transmitirá ao vivo e em alta definição (HD) todas as modalidades dos Jogos Olímpicos de Londres, que serão realizados entre os dias 27 de julho e 12 de agosto de 2012. Com reportagens especiais e acompanhamento do dia a dia dos atletas, a cobertura contará com textos, vídeos, fotos, debates, participação do internauta e repercussão nas redes sociais.

 
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